Por vezes para pior, outras para melhor.
Quase sempre para algo, que não sabemos se irá ser melhor ou pior.
Difícil é saber viver com a mudança, na mudança.
E com a mudança, mudar. Se possível, para melhor.
Demos graças por, na mudança, conseguirmos, também nós, encontrar caminhos de transformação.
Mostrar mensagens com a etiqueta lamechice ...aviso já. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta lamechice ...aviso já. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 14 de maio de 2009
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
(...)
Hoje, na primeira hora do meu dia de trabalho falei com uma mãe, pareceu-me uma boa mãe, que no dizer da própria “se sacrifica muito pelos filhos” e que “faz tudo por eles”.
Esta mãe mostrou-se prudente, evitando usar palavras incómodas como “querida ou querido” ou outras, perigosas (por serem indiciadoras de sentimentos possessivos), como “meu ou minha”. Esta mãe tem medo, medo de se expor ao ridículo, medo de se expor, ponto final. Projecta o seu amor nos filhos, ao contrário, como se esse amor fosse (só) traçado de lá para cá, dos filhos para a mãe.
Após a conversa lembrei-me de vocês, amigos Coiratos, lembrei-me de nós.
E concluí (de forma, bem sei, muito pretensiosa) que o que nos une nesta cumplicidade é o amor pelos nossos filhos, um amor que se estende de cá para lá, de nós para eles, é um sentimento completo, eterno e incondicional, que afasta qualquer sensação de abnegação e nos permite não calar afectos e empregar todas as palavras, mesmos as mais incómodas ou perigosas.
E é isto. Hoje lembrei-me de vocês.
Etiquetas:
lamechice ...aviso já
Subscrever:
Mensagens (Atom)